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quinta-feira, 21 de junho de 2007
Para ouvir 1 milhão de vezes seguidas...
Norah Jones - In The Morning
I can't stop myself from callin'
Callin' out your name
I can't stop myself from fallin'
Fallin' back again
In the mornin'
Baby in the afternoon
Dark like the shady corners
Inside a violin
Hot like to burn my lips
I know I can't win
In the mornin'
Baby in the afternoon
I tried to quit you but I'm too weak
Wakin' up without you I can hardly speak at all
My girlfriend tried to help me
To get you off my mind
She tried a little tea and sympathy
To get me to unwind
In the mornin'
Baby in the afternoon
Funny how my favorite shirt
Smells more like you than me
Bitter traces left behind
Stains no one can see
In the mornin'
Baby in the afternoon
You're gonna put me in an early grave
I know I'm your slave whenever you call
I can't stop myself from callin'
Callin' out your name
I can't stop myself from fallin'
Fallin' back again
Fallin' back again
Fallin' back again
Fallin' back again
Fallin' back again
I can't stop myself from callin'
Callin' out your name
I can't stop myself from fallin'
Fallin' back again
In the mornin'
Baby in the afternoon
Dark like the shady corners
Inside a violin
Hot like to burn my lips
I know I can't win
In the mornin'
Baby in the afternoon
I tried to quit you but I'm too weak
Wakin' up without you I can hardly speak at all
My girlfriend tried to help me
To get you off my mind
She tried a little tea and sympathy
To get me to unwind
In the mornin'
Baby in the afternoon
Funny how my favorite shirt
Smells more like you than me
Bitter traces left behind
Stains no one can see
In the mornin'
Baby in the afternoon
You're gonna put me in an early grave
I know I'm your slave whenever you call
I can't stop myself from callin'
Callin' out your name
I can't stop myself from fallin'
Fallin' back again
Fallin' back again
Fallin' back again
Fallin' back again
Fallin' back again
sábado, 9 de junho de 2007
Uma trilha sonora para o dia dos namorados
Dia 12 está chegando... e você, que faz parte de um exímio casal nunca parou para pensar o que seria uma ótima trilha sonora para o dia dos namorados? Pois é...pensando num tema para post, cheguei a conclusão de que falar um pouquinho sobre músicas românticas que costumam agradar aos ouvidos dos apaixonadinhos não faria nada mal...
Algumas nos fazem suspirar, outras fazem o coração bater mais forte, outras fazem a imaginação fluir... algumas nos fazem sentir aproximados de quem queremos bem, outras combinam com a luz de velas...
Enfim, mesmo sendo uma senhorita solteira (e xereta!) me pus na tarefa de listar para vocês algumas músicas legais de colocar como trilha sonora da próxima terça-feira (não só românticas, mas criadoras de clima!)... garanto não decepcionar!
Chris Isaak - Wicked game
Andru Donalds - Save me now
Roy Orbison - I drove all night
The blue Nile - I would never
Crowded House - Don't dream it's over
U2 - Electrical Storm / One
Al Green - Let's Stay Together
John Mayer - Your body is a wonderland
Foo Fighters - Tired of You / Skin and Bones / Walking after you
Stereophonics - Maybe tomorrow / Miss you now
The Wallflowers - Bleeders / Josephine
Justin Timberlake - What goes around... comes around
Marvin Gaye - Sexual healing
Extreme - More than words
Aqualung - Brighter than sunshine
Maroon 5 - She will be loved
Joss Stone - Right to be wrong
Incubus - Talk show on mute
Cardigans - You're the storm
Nickelback - Far away
Magic Numbers - Love is just a game
Bryan Adams - Heaven
Huey Lewis & Gwyneth Paltrow - Cruisin'
E para completar... todas da Norah Jones em um volume bem baixinho (especialmente New York City e In the Morning)...
quinta-feira, 17 de maio de 2007
Os melhores também podem ser piores
Na última segunda feira (14) a revista americana Rolling Stone, a partir da votação dos leitores e internautas, divulgou a lista dos 15 piores álbuns já produzidos pelos artistas mais famosos. Conhecendo alguns desses álbuns, a opinião dos leitores condisse muito bem com as impressões que tive ao ouví-los.A presença dos especiais Bob Dylan e Rolling Stones nos primeiros lugares da lista prova que nem mesmo os mais notáveis fazem sempre um trabalho memorável.
Segue a lista completa:
01. Bob Dylan, “Down In the Groove”
Segue a lista completa:
01. Bob Dylan, “Down In the Groove”

Baixe algumas faixas destes álbuns e você verá que a qualidade conhecida destes artistas não é realmente encontrada nestes álbuns. Veja-se especialmente “One Hot Minute, do Red Hot Chilli Peppers que é uma droooga!
Rsrs!
P.S.: Perdão pela falta de qualidade do post...estou sem inspiração!
P.S.: Perdão pela falta de qualidade do post...estou sem inspiração!
quinta-feira, 10 de maio de 2007
Será que o Rei se apagou?
Após longas e longas discussões disseminadas pela mídia a respeito da biografia proibida de Roberto Carlos, por que não tirar do baú o lado interessante da história?Quando surgiu o bafafá do livro, fiquei curiosa para saber o que de tão maldoso havia em seu conteúdo...será que alguma grande revelação incriminaria a reputação do rei? Comecei a matutar sobre o assunto, morrendo de vontade de conseguir um exemplar para mim (na verdade, para meu pai - ator coadjuvante dos meus posts) e verificar com meus próprios olhos o que continha. Foi então que há alguns dias atrás, após colher dados para a penúltima matéria do Diretriz, passei numa certa livraria e perguntei se lá havia o dito-cujo. Eis que o tiozinho da loja me apresenta um exemplar único, o que restou de muitos outros exemplares. Feito, era meu.
Então, ao chegar em casa, fui verificar capítulo por capítulo, e o autor, muito detalhista e cuidadoso, setorizou as informações de acordo com a cronologia dos fatos. Primeiro, o início àrduo da carreira, os estilos já explorados durante a carreira, a Tv e tudo mais. Depois começa o que eu julgo que teria sido o pior para Roberto: sua conduta frente à sexualidade, religião, doença e seus amores.
Apesar de todo o alarde que Robertão transmitiu ao não entrar em acordo com a editora do livro, as declarações contidas no livro não são tudo isso. Querendo ou não, quem é fã de verdade não encontrou nenhuma novidade nas infotrmações dos capítulos de conteúdo mais pessoal. Minha fonte pessoal, meu pai (olha ele aí de novo!) confirmou que todos esses casos já eram conhecidos por ele há muito tempo...
Voltando um pouco, lembrei que o tiozinho da livraria citou enquanto me entregava a nota fiscal: "Eu ouvi dizer que ele mandou recolher o livro porque outra editora está preparando uma outra em parceria com ele". Se isso realmente estiver acontecendo, e esses serem os motivos da briga no tribunal, é lastimável a perda de uma obra tão bem formulada, talvez uma das melhores da história da literatura brasileira... não quero ser puxa saco ao autor, de modo algum, mas seu livro seria uma ótima oportunidade para que os jovens como nós possam conhecer a carreira de um dos maiores fenômenos musicais no Brasil. Se pararmos para pensar, como brasileiros, seria uma relação "Deus no céu, Roberto Carlos e Madonna na Terra" (rs!). Forçando ou não, Roberto marcou a história do país, e do rock ao romântico não há uma pessoa que não conheça um trabalho seu.
Parabenizo então o autor do livro, que mesmo após uma enorme derrota, continua a declarar seu amor ao trabalho de Roberto, tanto que a trilha sonora para a vida dele deveria ser "Como é grande o meu amor por você...". E lamento o curso a que o fato chegou. Roberto poderia ter sido mais flexível, mas como toda grande estrela, às vezes age de forma equivocada. Mas uma coisa eu deixo bem clara: Não adianta a polícia me procurar que o meu exemplar eu não vou devolver!!!
"Não adianta nem tentar me esquecer, durante muito tempo em sua vida eu vou viver" - (Detalhes) isso sim é Robertão!
segunda-feira, 7 de maio de 2007
"Só Tinha De Ser Com Você"
Antonio Carlos Jobim / Aloysio de Oliveira
É, só tinha de ser com você,
Havia de ser pra você,
Senão era mais uma dor,
Senão não seria o amor,
Aquele que a gente não vê,
O amor que chegou para dar
O que ninguém deu pra você.
O amor que chegou para dar
O que ninguém deu pra você.
É, você que é feito de azul,
Me deixa morar nesse azul,
Me deixa encontrar minha paz,
Você que é bonito demais,
Se ao menos pudesse saber
Que eu sempre fui só de você,
Você sempre foi só de mim.
Que eu sempre fui só de você,
Você sempre foi só de mim.
Nosso momento nostalgia!
quinta-feira, 3 de maio de 2007
Eles são tiozinhos mas são cool
Bandinhas que fizeram a cabeça de quem já passou da meia idade permanecem intocáveis no quesito qualidade
REM, Rolling Stones, The Beatles, The Mammas & The Pappas, Deep Purple, Pink Floyd, Bob Dylan, Jimi Hendrix, Creedence Clearwater Revival, Led Zeppelin, David Bowie, Queen, The Who, Bob Marley, Jimmy Cliff, Bee Gees, Mutantes, Raul Seixas... você conhece esses nomes?

Para quem nunca ouviu falar de nenhum dos nomes acima, meus pêsames. Estes são apenas alguns de uma lista imensa de “antiguidades” que deram e ainda dão muito o que falar pela qualidade de sonoridade. O fator tempo não importa quando se trata dos clássicos dos Stones ou das verdadeiras sinfonias do Pink Floyd. Quando eles começaram sua pele ainda não estava enrugada, a calvície ainda não havia chegado, e estavam no auge da vitalidade. O tempo passou, mas a arte continua a mesma.
Estas celebridades, além de inspirarem as aventuras de um tempo que não volta mais, ainda acendem a chama de novos compositores e a existência de novas bandas. Atire a primeira pedra o primeiro reggueiro que nunca ouviu Bob Marley e não tentou fazer algo que espelhasse seus trabalhos, ou o maior dos roqueiros que nunca gostou de Led Zeppelin... será que esse cara nunca se apaixonou por Immigrant Song?
Não me abstenho de citar a qualidade de uma das melhores bandas que eu já ouvi: REM. São sim, tiozinhos doidões, que formaram a banda em 1979, mas que reúnem milhares de jovenzinhos em estádios lotados para ouvirem desde seus primeiros singles, até as baladas pop de Reveal e seus trabalhos mais atuais. Essa banda, que deveria ser “beatificada” no templo da música (existe isso?) foi apresentada a mim por ninguém mais que meu admirável PAI! (Só pra lembrar, pai, valeu pelo bom gosto, viu?)
E os Beatles? Acharam que eu iria esquecer? Não vamos nem comentar (para isso ouçam “8 days a week”, “Helter Skelter” e “Revolution”)...
Essas oitavas maravilhas do mundo (hoje eu to, hein?) são relembradas dia após dia em retrospectivas, coletâneas e tudo mais. Se o mundo inteiro não esquece delas, quem sou eu para esquecer?
Mas não se desespere se essas belezinhas não fizerem parte de seu seleto gosto musical. Dando uma busca pela internet, você pode encontrar os singles mais ovacionados de todo esse pessoal, e até mesmo versões não comercializadas. Não está satisfeito ainda? Então tá bom, se você quiser eu te empresto meu pai pra te dar uma aula um dia, rs!

Para quem nunca ouviu falar de nenhum dos nomes acima, meus pêsames. Estes são apenas alguns de uma lista imensa de “antiguidades” que deram e ainda dão muito o que falar pela qualidade de sonoridade. O fator tempo não importa quando se trata dos clássicos dos Stones ou das verdadeiras sinfonias do Pink Floyd. Quando eles começaram sua pele ainda não estava enrugada, a calvície ainda não havia chegado, e estavam no auge da vitalidade. O tempo passou, mas a arte continua a mesma.
Estas celebridades, além de inspirarem as aventuras de um tempo que não volta mais, ainda acendem a chama de novos compositores e a existência de novas bandas. Atire a primeira pedra o primeiro reggueiro que nunca ouviu Bob Marley e não tentou fazer algo que espelhasse seus trabalhos, ou o maior dos roqueiros que nunca gostou de Led Zeppelin... será que esse cara nunca se apaixonou por Immigrant Song?
Não me abstenho de citar a qualidade de uma das melhores bandas que eu já ouvi: REM. São sim, tiozinhos doidões, que formaram a banda em 1979, mas que reúnem milhares de jovenzinhos em estádios lotados para ouvirem desde seus primeiros singles, até as baladas pop de Reveal e seus trabalhos mais atuais. Essa banda, que deveria ser “beatificada” no templo da música (existe isso?) foi apresentada a mim por ninguém mais que meu admirável PAI! (Só pra lembrar, pai, valeu pelo bom gosto, viu?)
E os Beatles? Acharam que eu iria esquecer? Não vamos nem comentar (para isso ouçam “8 days a week”, “Helter Skelter” e “Revolution”)...Essas oitavas maravilhas do mundo (hoje eu to, hein?) são relembradas dia após dia em retrospectivas, coletâneas e tudo mais. Se o mundo inteiro não esquece delas, quem sou eu para esquecer?
Mas não se desespere se essas belezinhas não fizerem parte de seu seleto gosto musical. Dando uma busca pela internet, você pode encontrar os singles mais ovacionados de todo esse pessoal, e até mesmo versões não comercializadas. Não está satisfeito ainda? Então tá bom, se você quiser eu te empresto meu pai pra te dar uma aula um dia, rs!
Sei que alguém pode reclamar da não-citação dos artistas brasileiros. Vejam bem meus amigos, só eles já rendem assunto para um próximo post!
Fotos: Divulgação
quinta-feira, 26 de abril de 2007
Por onde anda Jordy?
Jordy Lemoine, mais conhecido com Jordy, tinha apenas 3 anos quando gravou seu primeiro Cd. Quando completou quatro e meio, emplacou o primeiro lugar nas paradas musicais com a música “Dur dur d'être bébé”. Quem não se lembra do pimpolho se apresentando no pro
grama do Gugu, com uma namoradinha, mandando ver no refrão “Ti ti ti ti amo, ti ti ti ti amo,I I I I love you, I I I I love you [...] Alison, c'est ma copine à moi, Alison elle est câline et plus… coquine” e da cara do apresentador falando “Que bonitinho ele né gente?”, mandando a tradutora perguntar umas coisas bem bobinhas para ele, assim como mandar ele dar umas bitoquinhas na tal da Alison?
Pois é. O pimpolhinho francês ficou bem longe dos holofotes após uma carreira meteórica que conquistou milhões de crianças com seus versos desconexos e enjoados, e não se soube mais nada a respeito do garoto. Inúmeras pesquisas na internet levaram a pouquíssimas informações, mas que já valem bastante.
Quando Jordy tinha apenas 6 anos, o governo francês o proibiu de continuar sua carreira musical, alegando que seus pais exploravam sua imagem por dinheiro. Isso em 1994. Após esse episódio, para piorar, em 1996, os progenitores ainda tiveram a idéia de abrir “A Fazenda de Jordy”, atração turística para as criancinhas, que foi um fracasso total.

E então, o astro mirim se apagou. Mas não pense que acabou nisso! Após um mergulho nas profundezas do esquecimento, Jordy reapareceu no reality show francês “La Ferme Célébrités” (bem no estilo de “Casa dos Artistas”), e de quebra, foi o vencedor da edição (Em 2005, com seus ainda precoces 17 aninhos). Em 2006, lançou um CD intitulado “Je t'apprendrai”, mostrando que quer retomar a fama perdida. Esse é seu disco de trabalho até hoje.
Ficou com saudadinhas? Então ouça:
“Dur Dur D'être Bébé (it's Tough To Be A Baby)”
“Alison”
E a mais recente “Je T'apprendai”
Mas não vale chorar lembrando os bons tempos de infância hein? Rsrsrs
grama do Gugu, com uma namoradinha, mandando ver no refrão “Ti ti ti ti amo, ti ti ti ti amo,I I I I love you, I I I I love you [...] Alison, c'est ma copine à moi, Alison elle est câline et plus… coquine” e da cara do apresentador falando “Que bonitinho ele né gente?”, mandando a tradutora perguntar umas coisas bem bobinhas para ele, assim como mandar ele dar umas bitoquinhas na tal da Alison?Pois é. O pimpolhinho francês ficou bem longe dos holofotes após uma carreira meteórica que conquistou milhões de crianças com seus versos desconexos e enjoados, e não se soube mais nada a respeito do garoto. Inúmeras pesquisas na internet levaram a pouquíssimas informações, mas que já valem bastante.
Quando Jordy tinha apenas 6 anos, o governo francês o proibiu de continuar sua carreira musical, alegando que seus pais exploravam sua imagem por dinheiro. Isso em 1994. Após esse episódio, para piorar, em 1996, os progenitores ainda tiveram a idéia de abrir “A Fazenda de Jordy”, atração turística para as criancinhas, que foi um fracasso total.

E então, o astro mirim se apagou. Mas não pense que acabou nisso! Após um mergulho nas profundezas do esquecimento, Jordy reapareceu no reality show francês “La Ferme Célébrités” (bem no estilo de “Casa dos Artistas”), e de quebra, foi o vencedor da edição (Em 2005, com seus ainda precoces 17 aninhos). Em 2006, lançou um CD intitulado “Je t'apprendrai”, mostrando que quer retomar a fama perdida. Esse é seu disco de trabalho até hoje.
Ficou com saudadinhas? Então ouça:
“Dur Dur D'être Bébé (it's Tough To Be A Baby)”
“Alison”
E a mais recente “Je T'apprendai”
Mas não vale chorar lembrando os bons tempos de infância hein? Rsrsrs
Nas fotos: o moleque antes e depois/ divulgação. Eu preferia antes hein?
quinta-feira, 19 de abril de 2007
Keane no Brasil – parte 3


O show em SP
Sim, sim, como já notificado anteriormente, Palavras Cifradas deu cobertura à passagem da banda inglesa Keane no segundo dia de apresentação em São Paulo. Aliás, creio que o primeiro veículo da internet que esteja divulgando as notícias pós-show seja este que vos fala (numa rápida busca no Google nada a respeito foi encontrado).
18 de abril – quarta feira. Credicard Hall cheio, e para a surpresa de alguns, jovens moderninhos se misturam a “tiozinhos” de gravata, adeptos do all-star, patricinhas "salto agulha" e tudo o mais que se possa imaginar. Com um rápido olhar, foi possível perceber que as melodias do Keane não tinham um perfil exato de fã para conquistar. O que estava claro, somente, é que todos estavam lá para ver um dos maiores fenômenos Britpop.
A abertura do show fica por conta dos cariocas do MopTop, bem no estilo abrasileirado de The Strokes (para comprovar ouça "O rock acabou"), que não demorou muito a agitar a platéia para a atração principal.
Então, por volta de 21h30min, horário indicado no ingresso para o início do show (a pontualidade inglesa persiste!), Tom Chaplin, Tim Rice-Oxley e Richard Hughes subiram ao palco. O pontapé inicial ficou por conta de “Put it behind you”, seguido de algumas palavrinhas em português by Tom Chaplin. As já esperadas “Everybody’s changing”, “Somewhere only we know” e “This is the last time” puderam embalar muitos casaisinhos apaixonados, juntamente com os solteiríssimos que gritavam com fervor cada verso das músicas.
Tom arriscou dizer aos fãs que se levantassem e cantassem “Somewhere only we know”, mesmo que não soubessem a letra direito. Citou também que o show do dia anterior (17/04) havia sido maravilhoso, mas esperava que o daquela noite fosse melhor ainda.
O show foi fechado com chave de ouro com as indiscutíveis “Crystal Ball” e “Bedshaped”, o que confirmou a realização do pedido de Tom. Ele terminou o show confirmando que aquela apresentação superava a anterior, além de prometer um retorno em breve ao país.
Eu (Cíntia), não tive do que reclamar. Rolou até uma versão unplugged, onde a banda se reuniu bem próxima ao público, criando um clima intimista. Como disse meu amigo Ricardo, “Só a dois já valeu o ingresso” (referindo-se à música "Somewhere only we know"). De um show maravilhoso há mais o que falar?
Simplesmente amei.
P.S.: A banda, durante sua turnê latina, está escrevendo um diário on-line sobre suas impressões no continente. Se quiser dar uma olhadinha, visite www.keanemusic.com na sessão El Blog.
Foto: Cris Uchoa-Site Keane
18 de abril – quarta feira. Credicard Hall cheio, e para a surpresa de alguns, jovens moderninhos se misturam a “tiozinhos” de gravata, adeptos do all-star, patricinhas "salto agulha" e tudo o mais que se possa imaginar. Com um rápido olhar, foi possível perceber que as melodias do Keane não tinham um perfil exato de fã para conquistar. O que estava claro, somente, é que todos estavam lá para ver um dos maiores fenômenos Britpop.
A abertura do show fica por conta dos cariocas do MopTop, bem no estilo abrasileirado de The Strokes (para comprovar ouça "O rock acabou"), que não demorou muito a agitar a platéia para a atração principal.
Então, por volta de 21h30min, horário indicado no ingresso para o início do show (a pontualidade inglesa persiste!), Tom Chaplin, Tim Rice-Oxley e Richard Hughes subiram ao palco. O pontapé inicial ficou por conta de “Put it behind you”, seguido de algumas palavrinhas em português by Tom Chaplin. As já esperadas “Everybody’s changing”, “Somewhere only we know” e “This is the last time” puderam embalar muitos casaisinhos apaixonados, juntamente com os solteiríssimos que gritavam com fervor cada verso das músicas.
Tom arriscou dizer aos fãs que se levantassem e cantassem “Somewhere only we know”, mesmo que não soubessem a letra direito. Citou também que o show do dia anterior (17/04) havia sido maravilhoso, mas esperava que o daquela noite fosse melhor ainda.
O show foi fechado com chave de ouro com as indiscutíveis “Crystal Ball” e “Bedshaped”, o que confirmou a realização do pedido de Tom. Ele terminou o show confirmando que aquela apresentação superava a anterior, além de prometer um retorno em breve ao país.
Eu (Cíntia), não tive do que reclamar. Rolou até uma versão unplugged, onde a banda se reuniu bem próxima ao público, criando um clima intimista. Como disse meu amigo Ricardo, “Só a dois já valeu o ingresso” (referindo-se à música "Somewhere only we know"). De um show maravilhoso há mais o que falar?
Simplesmente amei.
P.S.: A banda, durante sua turnê latina, está escrevendo um diário on-line sobre suas impressões no continente. Se quiser dar uma olhadinha, visite www.keanemusic.com na sessão El Blog.
Foto: Cris Uchoa-Site Keane
domingo, 15 de abril de 2007
Show do Keane
quinta-feira, 12 de abril de 2007
Keane no Brasil

A banda inglesa Keane pisa em solo brasileiro pela primeira vez na próxima semana. Com apresentações marcadas em países da América latina como México, Chile e Argentina, aqui no Brasil os shows se realizarão em São Paulo, nos dias 17 e 18 de abril, e no Rio de Janeiro, no dia 20 de abril, no Credicard Hall e no Claro Hall, respectivamente.
Com dois Cds lançados, “Hopes and Fears” (2004) e o atual “Under the Iron Sea” (2006), a banda de rock alternativo formada por Tom Chaplin (vocal), Tim Rice-Oxley (piano e baixo) e Richard Hughes (bateria) é conhecida pelas canções estruturadas em bases de teclado e piano combinadas à voz suave do vocalista, que trabalha em falsete. Com influências de The Beatles a Radiohead, logo no Cd de estréia consegue conquistar dois Brit Awards (prêmios ingleses conhecidos mundialmente), nas categorias “Melhor Revelação Britânica” e “Melhor Álbum Britânico”, pelo sucesso dos hits “Everybody’s changing” e “Somewhere only we know”.
Os shows no Brasil prometem muito a quem gosta do som singular de Keane. O set list incluirá as últimas “Is it any wonder?” e “Crystal Ball”, que já são conhecidas no mundo todo e fazem jus ao nome da banda.
Em São Paulo, o preço das entradas varia de R$ 100 a R$ 250, e os ingressos para o camarote setor 1 já estão esgotados para os dois dias. Já no Rio de Janeiro, os convites variam de R$ 100 a R$ 280.
Para quem tiver $$$$ disponível, vale a pena conferir!
Maiores informações:
Sobre a banda (site oficial): www.keanemusic.com
Ingressos: www.ticketmaster.com.br
Fotomontagem (sobre material de divulgação): Cíntia Luz
quinta-feira, 5 de abril de 2007
Anos 80 de nascença...

Os anos 80, além da nostalgia trazida por ter sido a década em que muitos leitores deste blog nasceram, teve acontecimentos tanto infelizes, quanto espantosos e relevantes: Diretas Já, Sarney, Plano Cruzado, AIDS... brinquedos que hoje agradam os saudosistas, moda brega-chique, cabelos arrepiados e muita rebeldia...
Mas uma coisa de que faço questão de lembrar são as músicas dessa década....e que músicas! Apesar de muitos contrariarem, quem não sente um friozinho na barriga ao ouvir as músicas que embalavam a nossa infância (não, não estou falando dos hits da Tia Xuxa!)... aquelas músicas que recheavam os clássicos vinis, as cassetes que nos davam o maior trabalho em rebobinar, virar do lado A ao lado B.... as músicas que hoje em dia fazem parte da programação mais que especial da Alpha FM e da Antena 1, que a cada dia que passa recebem uma nova co
letânea que diz reunir os melhores hits da década...
Quem nunca lembrou das lindíssimas (uh!) polainas e meias de algodão combinadas à calças de lurex brilhante ouvindo Maniac do Michael Sembello, trilha sonora do filme Flashdance? Será que algum ser humano na terra nunca imaginou essa música como trilha sonora perfeita de uma academia de ginástica?
Sinead O’Connor, Depeche Mode, Erasure, Katrina and the Waves, The The, Mr. Mister, Cyndi Lauper, A-ha, Prince… são tantas e tantas músicas e bandas que seria até difícil descrever num simples post quanta música boa essa década possui!
Para fechar o bloco, a pessoa saudosista que vos fala, com o tom mais nostálgico possível, traz a lembrança pessoal da música que fecha, com chave de ouro a era atari-pogobol-lango-lango, mais “purpurinadamente” do que nunca: (I’ve had) The Time of My Life, trilha sonora de Dirty Dancing – Ritmo Quente (1987- ano que nasci!).... você já arriscou uns passinhos? Eu já....
Mas uma coisa de que faço questão de lembrar são as músicas dessa década....e que músicas! Apesar de muitos contrariarem, quem não sente um friozinho na barriga ao ouvir as músicas que embalavam a nossa infância (não, não estou falando dos hits da Tia Xuxa!)... aquelas músicas que recheavam os clássicos vinis, as cassetes que nos davam o maior trabalho em rebobinar, virar do lado A ao lado B.... as músicas que hoje em dia fazem parte da programação mais que especial da Alpha FM e da Antena 1, que a cada dia que passa recebem uma nova co
letânea que diz reunir os melhores hits da década...Quem nunca lembrou das lindíssimas (uh!) polainas e meias de algodão combinadas à calças de lurex brilhante ouvindo Maniac do Michael Sembello, trilha sonora do filme Flashdance? Será que algum ser humano na terra nunca imaginou essa música como trilha sonora perfeita de uma academia de ginástica?
Sinead O’Connor, Depeche Mode, Erasure, Katrina and the Waves, The The, Mr. Mister, Cyndi Lauper, A-ha, Prince… são tantas e tantas músicas e bandas que seria até difícil descrever num simples post quanta música boa essa década possui!
Para fechar o bloco, a pessoa saudosista que vos fala, com o tom mais nostálgico possível, traz a lembrança pessoal da música que fecha, com chave de ouro a era atari-pogobol-lango-lango, mais “purpurinadamente” do que nunca: (I’ve had) The Time of My Life, trilha sonora de Dirty Dancing – Ritmo Quente (1987- ano que nasci!).... você já arriscou uns passinhos? Eu já....
sábado, 31 de março de 2007
Edição 2007 do Skol Beats promete agitar São Paulo mais uma vez
Com data marcada para 4 e 5 de maio, o Skol Beats 2007 já deixa muita gente ansiosa. Considerado o maior festival de musica eletrônica da América Latina, reúne cerca de 60 mil pessoas em cada apresentação, fazendo com que nos dois dias de festa ocorra a performance de um time expert em música eletrônica escolhido a dedo. Estarão presentes nomes como Laurent Garnier, Miss Kittin, DJ Marky, Simian Mobile Disco, Nathan Fake, David Guetta, Bonde do Role, entre outros, que estarão espalhados pelos diversos espaços e tendas do evento.Diferentemente dos anos anteriores, a Arena Skol Beats não será mais sediada no Anhembi. As apresentações serão realizadas em um espaço na avenida Olavo Fontoura (também na Zona Norte de São Paulo), ao lado do Campo de Marte.
Os ingressos começaram a ser vendidos no último dia 28, e podem ser adquiridos até o dia dos shows nos diversos pontos de venda espalhados pelo país, ou pelo site www.ingressofacil.com.br. Os preços variam entre 60 e 200 reais, com descontos para aqueles que adquirirem antecipadamente.
Confira maiores informações sobre as atrações e os pontos de venda no site www.skolbeats.com.br
quinta-feira, 29 de março de 2007
1786 que mais parece 2006
Trilha sonora do filme Maria Antonieta conquista revolucionários e deixa boquiabertos os mais conservadores
O século é XVIII. Mas as músicas são mais contemporâneas do que tudo. O filme Maria Antonieta (
Marie Antoinette, 2006) dirigido por Sofia Coppola e recém chegado ao Brasil não só impressiona o público com a imagem de uma rainha revolucionária e moderna, mas também com a trilha sonora que embala o enredo.Com 26 faixas, o cd duplo da trilha musical do filme vai do erudito ao eletrônico, fundindo rebeldia e autenticidade, reprodução assídua do comportamento da rainha em questão – o que nos faz questionar como seria a corte francesa embalada por sinfonias clássicas e o bom e velho rock’n roll ao mesmo tempo.
Os anos 80 e a fase pós-punk reunidos à batidas eletro do século XXI possibilitam com maestria a mesclagem de séculos distintos. The Strokes, com a maravilhosa What Ever Happened (faixa inicial do ótimo álbum Room on Fire) não deixa nada a desejar, seguido dos indescritíveis The Cure, New Order e Siouxsie and the Banshees, que postumamente me
recordam a minha infância musical do final dos anos 80.Porém, os mais puritanos que possam reclamar dessas faixas “modernosas” de toque underground num filme do século da vovózinha podem se deliciar com algumas faixas dedicadas ao requinte da época. Apesar de serem apenas 8 num cd com 26 músicas pertencentes ao filme, são representadas com maestria principalmente com Vivaldi em Concerto in G,e outros nomes como Domenico Scarlatti e Dustin O'Halloran.
Mais informações em:
http://www.sonypictures.com/homevideo/marieantoinette/index.html
http://www.sonypictures.com/homevideo/marieantoinette/index.html
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